Bar de Paris reabre após atentados de 13 de novembro
(Reuters) - Um dos bares de Paris onde clientes foram mortos a tiros no dia 13 de novembro reabriu nesta sexta-feira, exatas três semanas após os atentados de militantes islâmicos que deixaram 130 mortos na capital francesa.
"É hora de voltar a se reunir, unidos, de seguir em frente e não esquecer", disse uma mensagem no cardápio enquadrado do bar "À La Bonne Biére", onde cinco pessoas foram mortas.
Audrey Bily, gerente do primeiro bar atacado a reabrir as portas desde os atentados, contou que as paredes da vizinhança foram repintadas e que o "estigma deste pesadelo" foi removido.
Falando pela manhã diante de dezenas de clientes e câmeras de televisão, ela disse que é hora de "levantar a cabeça".
O estabelecimento é um dos seis nos quais clientes e funcionários morreram quando homens armados abriram fogo com rifles AK-47, parte de um ataque de várias frentes envolvendo atiradores e homens-bomba.
Na casa de shows Bataclan, onde três atiradores mataram 90 de um total de 130 pessoas, a gerência informou no início desta semana que espera reabrir até o final deste ano.
Várias outras cafeterias e restaurantes do leste de Paris vitimados pelos atentados esperam voltar a funcionar mais cedo, à medida que a cidade mais visitada do mundo retoma sua vida normal.
Também no começo desta semana, o ministro das Finanças francês, Michel Sapin, declarou que os agressores provavelmente gastaram algo em torno de 20 a 30 mil euros na organização e nos equipamentos das ações, o que ilustra como é barato infligir grandes danos.
Além das perdas humanas, o impacto de curto prazo na vida econômica da capital francesa às vésperas das festas de final de ano tem sido significativo, embora o Banco Central do país tenha declarado em um comunicado emitido nesta sexta-feira que "provavelmente ele será transitório".
A renda dos hotéis na região metropolitana caiu 50 por cento na semana posterior aos atentados, de acordo com a Câmara de Comércio
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"É hora de voltar a se reunir, unidos, de seguir em frente e não esquecer", disse uma mensagem no cardápio enquadrado do bar "À La Bonne Biére", onde cinco pessoas foram mortas.
Audrey Bily, gerente do primeiro bar atacado a reabrir as portas desde os atentados, contou que as paredes da vizinhança foram repintadas e que o "estigma deste pesadelo" foi removido.
Falando pela manhã diante de dezenas de clientes e câmeras de televisão, ela disse que é hora de "levantar a cabeça".
O estabelecimento é um dos seis nos quais clientes e funcionários morreram quando homens armados abriram fogo com rifles AK-47, parte de um ataque de várias frentes envolvendo atiradores e homens-bomba.
Na casa de shows Bataclan, onde três atiradores mataram 90 de um total de 130 pessoas, a gerência informou no início desta semana que espera reabrir até o final deste ano.
Várias outras cafeterias e restaurantes do leste de Paris vitimados pelos atentados esperam voltar a funcionar mais cedo, à medida que a cidade mais visitada do mundo retoma sua vida normal.
Também no começo desta semana, o ministro das Finanças francês, Michel Sapin, declarou que os agressores provavelmente gastaram algo em torno de 20 a 30 mil euros na organização e nos equipamentos das ações, o que ilustra como é barato infligir grandes danos.
Além das perdas humanas, o impacto de curto prazo na vida econômica da capital francesa às vésperas das festas de final de ano tem sido significativo, embora o Banco Central do país tenha declarado em um comunicado emitido nesta sexta-feira que "provavelmente ele será transitório".
A renda dos hotéis na região metropolitana caiu 50 por cento na semana posterior aos atentados, de acordo com a Câmara de Comércio