Aventura e emoção aguardam a Equipe Mitsubishi Petrobras no Rally Dakar 2016
Areia, terra, lama, pedras e cascalho em meio a paisagens inóspitas, com temperaturas que vão do negativo ao exaustivo em um piscar de olhos. Lugares onde nenhuma família escolheria para passar suas férias de verão. Difícil, cansativo e até mesmo perigoso. Assim é o Rally Dakar, a maior aventura dos tempos modernos que, a cada ano, torna-se mais desafiador, difícil e cheio de surpresas, fazendo os competidores chegarem ao limite do corpo e dos equipamentos. Só de cruzar a linha de chegada ao final de 15 dias já é o maior troféu para a carreira de qualquer piloto.
"Estamos com uma equipe forte, com três duplas experientes. A expectativa é enorme em ver esse time atuando junto. É um momento diferente da participação do Brasil no Dakar. Agora é contagem regressiva, falta menos de um mês", comenta Guilherme Spinelli que, ao lado do navegador Youssef Haddad, encara seu 8º Dakar. Mas, pela primeira vez, ele terá ao seu lado um time com outros dois ASX Racing: Carlos Sousa / Paulo Fiuza, pela Equipe Mitsubishi Petrobras e João Franciosi / Gustavo Gugelmin, pela Ralliart Brasil.
As três duplas estarão a bordo dos modernos ASX Racing, desenvolvidos pela Ralliart Brasil para enfrentar as mais duras condições. Só no Dakar serão 9.583 quilômetros com largada em Buenos Aires e chegada em Rosario, ambos na Argentina. Mas com uma "passadinha" pela Bolívia, onde as duplas irão enfrentar os intermináveis salares e a altitude que é sempre prejudicial para o corpo e para os motores. A prova começa no dia 2 de janeiro.
"Como prevíamos, o roteiro está se mostrando muito difícil", descreve Guiga. "O fato de não termos Chile e Peru no roteiro não significa que teremos uma prova mais fácil, muito pelo contrário. A organização vai querer compensar isso de qualquer forma. É provável que os dias sejam dificílimos", completa.
O Rally Dakar terá 556 competidores de 60 países. Uma das novidades desta edição será o prólogo realizado em Buenos Aires. Com apenas 11 quilômetros, o percurso definirá a ordem de largada.
"O prólogo vai equilibrar mais. O trecho de 11 km não é pouco, mas a chance de se posicionar dentro do seu pelotão é muito grande", explica Spinelli. Em anos anteriores, a ordem de largada para o primeiro dia era de acordo com os números de cada piloto e não necessariamente pelo tipo de equipamento ou experiência da dupla.
"Nos últimos anos, o Dakar começou em estradas de terra com poeira. Acabamos largando atrás de pilotos mais lentos e demoramos alguns dias para nos colocar entre os pilotos que andam no mesmo ritmo que a gente, por conta da dificuldade de ultrapassagem e poeira", afirma.
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"Estamos com uma equipe forte, com três duplas experientes. A expectativa é enorme em ver esse time atuando junto. É um momento diferente da participação do Brasil no Dakar. Agora é contagem regressiva, falta menos de um mês", comenta Guilherme Spinelli que, ao lado do navegador Youssef Haddad, encara seu 8º Dakar. Mas, pela primeira vez, ele terá ao seu lado um time com outros dois ASX Racing: Carlos Sousa / Paulo Fiuza, pela Equipe Mitsubishi Petrobras e João Franciosi / Gustavo Gugelmin, pela Ralliart Brasil.
As três duplas estarão a bordo dos modernos ASX Racing, desenvolvidos pela Ralliart Brasil para enfrentar as mais duras condições. Só no Dakar serão 9.583 quilômetros com largada em Buenos Aires e chegada em Rosario, ambos na Argentina. Mas com uma "passadinha" pela Bolívia, onde as duplas irão enfrentar os intermináveis salares e a altitude que é sempre prejudicial para o corpo e para os motores. A prova começa no dia 2 de janeiro.
"Como prevíamos, o roteiro está se mostrando muito difícil", descreve Guiga. "O fato de não termos Chile e Peru no roteiro não significa que teremos uma prova mais fácil, muito pelo contrário. A organização vai querer compensar isso de qualquer forma. É provável que os dias sejam dificílimos", completa.
O Rally Dakar terá 556 competidores de 60 países. Uma das novidades desta edição será o prólogo realizado em Buenos Aires. Com apenas 11 quilômetros, o percurso definirá a ordem de largada.
"O prólogo vai equilibrar mais. O trecho de 11 km não é pouco, mas a chance de se posicionar dentro do seu pelotão é muito grande", explica Spinelli. Em anos anteriores, a ordem de largada para o primeiro dia era de acordo com os números de cada piloto e não necessariamente pelo tipo de equipamento ou experiência da dupla.
"Nos últimos anos, o Dakar começou em estradas de terra com poeira. Acabamos largando atrás de pilotos mais lentos e demoramos alguns dias para nos colocar entre os pilotos que andam no mesmo ritmo que a gente, por conta da dificuldade de ultrapassagem e poeira", afirma.