Palmeiras celebra lucro e efeito caldeirão da nova casa
Há exatamente um ano, o Palmeiras encerrava passagens por Pacaembu, Barueri, Canindé e estádios fora de São Paulo para voltar para casa. No lugar do antigo estádio Palestra Italia, que foi palco da primeira partida de um campeonato oficial no Brasil, em 1902, ainda como Parque Antarctica, os torcedores viram uma grande transformação para uma arena multiuso que virou um dos cartões postais da capital paulista.
A pressão de 2014, que jogou contra a equipe de Dorival Júnior nas últimas duas rodadas Campeonato Brasileiro (derrota para o Sport e empate com o Atlético-PR) hoje virou uma das grandes aliadas do time de Marcelo Oliveira. Com média de público de 30 mil pessoas por jogo, o Verdão soube usar o apoio da arquibancada a seu favor para construir uma identidade na nova casa – já são seis vitórias em mata-matas e apenas um empate, com classificações para as finais do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil.
Do time que entrou em campo contra os pernambucanos, no ano passado, apenas Fernando Prass se mantém presente entre os titulares - João Pedro, Nathan e Mouche continuam no elenco. Contratado em 2013, quando o Verdão ainda jogava no Pacaembu, o goleiro ressalta a importância de o time poder voltar a atuar em casa.
– O Palmeiras já estava há um bom tempo sem jogar em casa, esperando a finalização do estádio. No primeiro ano já deu para notar muita diferença. Claro que teve uma reformulação grande no grupo, mas a média de público acho que dobrou. A torcida é mais participativa, o torcedor se sente em casa no Allianz Parque, sente prazer. Diferentemente de quando era no Pacaembu, que, apesar do apoio o ambiente não era a casa do Palmeiras. Hoje sentimos uma energia muito boa, está sendo muito positivo jogar na arena – disse o goleiro.
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