Defesa Civil orienta saída de ribeirinhos do Rio Doce, no ES
A Defesa Civil realizou, neste domingo (8), uma ação para retirar pescadores, banhistas e moradores das comunidades próximas ao Rio Doce, em Baixo Guandu e Colatina, na região Noroeste do Espírito Santo. Rejeitos vindos do rompimento da barragem em Mariana, Minas Gerais, têm previsão de chegar ao estado na tarde desta segunda-feira (9).
Segundo a Defesa Civil, a prioridade é resguardar a população que pode sofrer com o aumento da vazão do Rio Doce. O órgão atua ainda no monitoramento e em ações para a chegada da onda de rejeitos. Um vídeo registrado pelo Corpo de Bombeiros mostra toda a ação.
“Com a chegada dessa onda o abastecimento vai ser interrompido. A gente está com a operação de manter os serviços essenciais do município com operações de carros-pipa de água potável e se for estendido esses dias e o município precisar de mais ajuda, nós vamos acionar outros órgãos do governo do estado para nos auxiliar no fornecimento de água mineral”, disse o coronel Bonno, do Corpo de Bombeiros.
A previsão do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) é de que os rejeitos cheguem ao município de Baixo Guandu, durante a tarde desta segunda-feira. O monitoramento é feito 24 horas e a estimativa é feita a partir da velocidade por metros cúbicos da lama.
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Segundo a Defesa Civil, a prioridade é resguardar a população que pode sofrer com o aumento da vazão do Rio Doce. O órgão atua ainda no monitoramento e em ações para a chegada da onda de rejeitos. Um vídeo registrado pelo Corpo de Bombeiros mostra toda a ação.
“Com a chegada dessa onda o abastecimento vai ser interrompido. A gente está com a operação de manter os serviços essenciais do município com operações de carros-pipa de água potável e se for estendido esses dias e o município precisar de mais ajuda, nós vamos acionar outros órgãos do governo do estado para nos auxiliar no fornecimento de água mineral”, disse o coronel Bonno, do Corpo de Bombeiros.
A previsão do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) é de que os rejeitos cheguem ao município de Baixo Guandu, durante a tarde desta segunda-feira. O monitoramento é feito 24 horas e a estimativa é feita a partir da velocidade por metros cúbicos da lama.
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