Uefa substitui Platini, e xeque do Bahrein representa a Ásia
Reviravolta na Europa, cara nova e desistência na Ásia, e possíveis candidatos vindos da África. O último dia para confirmação de candidaturas para presidência da Fifa, em eleições marcadas para 26 de fevereiro, começou muito movimentado. A maior surpresa é a substituição de Michel Platini por Gianni Infantino como representante da Uefa, anunciada pela entidade, enquanto o xeque Salman, do Bahrein, angariou o apoio das associações asiáticas. Entre os africanos, Musa Bility, da Libéria, já teria apresentado sua documentação, e Tokyo Sexwade promete representar os sul-africanos no pleito, que oficialmente não contará com o sul-coreano Chung Mong-Joon. Concorrente brasileiro, Zico segue sem os cinco apoios que o permitam entrar na disputa.
Além dos já citados, o príncipe jordaniano Ali Bin Al Hussein, o francês Jerome Champagne, ex-vice-secretário da Fifa, e David Nakhid, ex-jogador de Trinidad e Tobago, apresentaram suas candidaturas. Na mesma situação de Zico, o suíço Ramon Vega e David Ginola, ex-atacante francês, cogitaram concorrer, mas não receberam apoio. Assim, entre confirmados e desistentes, já são 12 nomes especulados como possíveis substitutos de Joseph Blatter no cargo máximo do futebol mundial.
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Além dos já citados, o príncipe jordaniano Ali Bin Al Hussein, o francês Jerome Champagne, ex-vice-secretário da Fifa, e David Nakhid, ex-jogador de Trinidad e Tobago, apresentaram suas candidaturas. Na mesma situação de Zico, o suíço Ramon Vega e David Ginola, ex-atacante francês, cogitaram concorrer, mas não receberam apoio. Assim, entre confirmados e desistentes, já são 12 nomes especulados como possíveis substitutos de Joseph Blatter no cargo máximo do futebol mundial.
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