Palmeiras repete apagão, mas reação vira esperança na Copa do Brasil
No dia 16 de setembro, os jogadores alviverdes foram para o intervalo do duelo contra o Fluminense afirmando que o desempenho da equipe no Maracanã, pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, havia sido o pior do time em 2015. Pouco mais de um mês depois, o Palmeiras voltou a apresentar o seu pior primeiro tempo da temporada, contra o mesmo adversário e no mesmo palco, mas agora em jogo válido pela semifinal da Copa do Brasil – perdeu por 2 a 1.
A verdade é que o discurso vem sendo repetido pelos palmeirenses há algumas partidas. Além dos duelos contra o Flu, o time de Marcelo Oliveira deixou muito a desejar contra Figueirense, São Paulo, Chapecoense e Ponte Preta – nestes jogos, triunfo apenas contra o Alvinegro catarinense. O motivo nem mesmo os jogadores sabem explicar.
– O primeiro tempo foi muito abaixo da nossa média. Mas temos de ressaltar que o segundo tempo foi muito bom, valeu muito a pena. É tentar entrar no jogo de volta com o espírito do segundo tempo porque, aí, reverteremos esse resultado – disse o zagueiro Vitor Hugo.
E é justamente a reação da equipe na segunda etapa um dos motivos que fazem os palmeirenses confiarem na classificação para a decisão da Copa do Brasil. Como de costume, Marcelo Oliveira mexeu no intervalo e viu o time crescer de produção. A bagunça defensiva deu lugar a um time mais interessado em jogar no ataque, com menos chutões e mais troca de passes.
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A verdade é que o discurso vem sendo repetido pelos palmeirenses há algumas partidas. Além dos duelos contra o Flu, o time de Marcelo Oliveira deixou muito a desejar contra Figueirense, São Paulo, Chapecoense e Ponte Preta – nestes jogos, triunfo apenas contra o Alvinegro catarinense. O motivo nem mesmo os jogadores sabem explicar.
– O primeiro tempo foi muito abaixo da nossa média. Mas temos de ressaltar que o segundo tempo foi muito bom, valeu muito a pena. É tentar entrar no jogo de volta com o espírito do segundo tempo porque, aí, reverteremos esse resultado – disse o zagueiro Vitor Hugo.
E é justamente a reação da equipe na segunda etapa um dos motivos que fazem os palmeirenses confiarem na classificação para a decisão da Copa do Brasil. Como de costume, Marcelo Oliveira mexeu no intervalo e viu o time crescer de produção. A bagunça defensiva deu lugar a um time mais interessado em jogar no ataque, com menos chutões e mais troca de passes.
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