Facções palestinas convocam "dia de fúria"; diplomatas pressionam pela paz
(Reuters) - As facções palestinas convocaram nesta sexta-feira manifestações de massa contra Israel na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, em um "dia de fúria", enquanto potências mundiais e regionais prosseguiam com as conversações para tentar acabar com mais de três semanas de derramamento de sangue.
Horas após o chamado, um palestino esfaqueou e feriu um soldado israelense na Cisjordânia e em seguida foi baleado e ferido por militares, segundo o Exército de Israel. A agressão é parte de uma onda de violência que já resultou na morte de cerca de 60 pessoas.
O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, disse estar cautelosamente otimista sobre a possibilidade de reduzir as tensões, após quatro horas de conversações com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Berlim, na quinta-feira.
As autoridades israelenses também retiraram nesta sexta-feira a proibição à entrada de homens com idade inferior a 40 anos na Mesquista Al-Aqsa, o cerne do conflito, na Cidade Velha de Jerusalém, uma iniciativa vista como um esforço para aplacar a ira dos muçulmanos.
Uma das piores ondas de violência de rua em anos foi provocada em parte pela revolta dos palestinos com o que consideram ser a usurpação judaica do complexo onde está Al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã, reverenciado pelos judeus como o lugar de dois antigos templos.
As convocações para protestos em massa foram apoiadas tanto pelo grupo militante islâmico palestino Hamas como pelo movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, que é apoiado por países ocidentais, bem como outras facções.
O Hamas, o grupo que controla a Faixa de Gaza, emitiu uma declaração apelando aos “palestinos revoltados para que participem das manifestações de massa na sexta-feira de ira e novos confrontos contra a ocupação soldados (israelenses)".
Horas após o chamado, um palestino esfaqueou e feriu um soldado israelense na Cisjordânia e em seguida foi baleado e ferido por militares, segundo o Exército de Israel. A agressão é parte de uma onda de violência que já resultou na morte de cerca de 60 pessoas.
O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, disse estar cautelosamente otimista sobre a possibilidade de reduzir as tensões, após quatro horas de conversações com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em Berlim, na quinta-feira.
As autoridades israelenses também retiraram nesta sexta-feira a proibição à entrada de homens com idade inferior a 40 anos na Mesquista Al-Aqsa, o cerne do conflito, na Cidade Velha de Jerusalém, uma iniciativa vista como um esforço para aplacar a ira dos muçulmanos.
Uma das piores ondas de violência de rua em anos foi provocada em parte pela revolta dos palestinos com o que consideram ser a usurpação judaica do complexo onde está Al-Aqsa, o terceiro local mais sagrado do Islã, reverenciado pelos judeus como o lugar de dois antigos templos.
As convocações para protestos em massa foram apoiadas tanto pelo grupo militante islâmico palestino Hamas como pelo movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, que é apoiado por países ocidentais, bem como outras facções.
O Hamas, o grupo que controla a Faixa de Gaza, emitiu uma declaração apelando aos “palestinos revoltados para que participem das manifestações de massa na sexta-feira de ira e novos confrontos contra a ocupação soldados (israelenses)".