Quase 2 milhões de famílias de SP estão endividadas, diz Fecomercio
Cortar gastos não tem sido suficiente para amenizar os efeitos da crise no orçamento das famílias. Levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) mostra que o número de famílias endividadas na capital paulista continua crescendo e se aproxima os 2 milhões.
Em agosto, o total de famílias com dívidas chegou a 1,966 milhão, um aumento de 193 mil em relação ao mesmo mês de 2014. Com isso, a proporção de consumidores endividados chegou a 54,8% no mês, frente a 53,3% em julho.
O endividamento cresceu mais entre as famílias de renda menor, de até dez salários mínimos mensais. Entre essa fatia da população, o endividamento chega a 58,6%. Já para as famílias com renda acima desse patamar, o percentual ficou em 44% em agosto.
“Com a dificuldade para manter o padrão de consumo até mesmo de bens básicos e serviços essenciais, os consumidores de baixa renda estão recorrendo a empréstimos não previstos para tentar equilibrar as contas”, diz a FecomercioSP em nota.
Entre as famílias endividadas, 5,8% acreditam que não terão condições de pagar total ou parcialmente suas contas no próximo mês.
Leia mais no G1
Em agosto, o total de famílias com dívidas chegou a 1,966 milhão, um aumento de 193 mil em relação ao mesmo mês de 2014. Com isso, a proporção de consumidores endividados chegou a 54,8% no mês, frente a 53,3% em julho.
O endividamento cresceu mais entre as famílias de renda menor, de até dez salários mínimos mensais. Entre essa fatia da população, o endividamento chega a 58,6%. Já para as famílias com renda acima desse patamar, o percentual ficou em 44% em agosto.
“Com a dificuldade para manter o padrão de consumo até mesmo de bens básicos e serviços essenciais, os consumidores de baixa renda estão recorrendo a empréstimos não previstos para tentar equilibrar as contas”, diz a FecomercioSP em nota.
Entre as famílias endividadas, 5,8% acreditam que não terão condições de pagar total ou parcialmente suas contas no próximo mês.
Leia mais no G1