OAB chama postura de Gilmar Mendes de 'grosseira e arbitrária'
O Colégio de Presidentes de Conselhos Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil, que reúne os dirigentes estaduais da entidade, divulgou nota quinta-feira (17) na qual classificou de “grosseira, arbitrária e incorreta” a postura do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ação que questiona a doação de empresas a campanhas eleitorais.
O G1 procurou o gabinete de Gilmar Mendes, mas até a última atualização desta reportagem não havia obtido resposta.
Na sessão desta quarta (16), após apresentar seu voto, Mendes abandonou o plenário da Corte no momento em que um advogado da entidade pediu a palavra para ressaltar a posição da OAB sobre assunto. Em seu voto, o ministro do STF argumentou que a eventual proibição de as empresas fazerem doações eleitorais “asfixiaria” a oposição. Ele também indicou que a OAB estaria agindo em interesse do PT no caso.
Ao final da sessão, o secretário-geral da OAB, Cláudio de Souza Pereira Neto, subiu à tribuna para rebater trechos do voto do ministro.
“A ação foi proposta há cinco anos, o subscritor era o presidente Ophir Cavalcante, que todos que acompanharam o debate público daquela época sabem que era um crítico ferrenho do governo Lula, um crítico ferrenho do governo Dilma e um crítico ferrenho do PT”, enfatizou.
O G1 procurou o gabinete de Gilmar Mendes, mas até a última atualização desta reportagem não havia obtido resposta.
Na sessão desta quarta (16), após apresentar seu voto, Mendes abandonou o plenário da Corte no momento em que um advogado da entidade pediu a palavra para ressaltar a posição da OAB sobre assunto. Em seu voto, o ministro do STF argumentou que a eventual proibição de as empresas fazerem doações eleitorais “asfixiaria” a oposição. Ele também indicou que a OAB estaria agindo em interesse do PT no caso.
Ao final da sessão, o secretário-geral da OAB, Cláudio de Souza Pereira Neto, subiu à tribuna para rebater trechos do voto do ministro.
“A ação foi proposta há cinco anos, o subscritor era o presidente Ophir Cavalcante, que todos que acompanharam o debate público daquela época sabem que era um crítico ferrenho do governo Lula, um crítico ferrenho do governo Dilma e um crítico ferrenho do PT”, enfatizou.