MP-PR pede ajuda ao Gaeco para investigar irregularidades em postos
O Ministério Público do Paraná (MP-PR) vai pedir ajuda do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) para investigar possível abusos praticados por postos de combustíveis de Londrina, no norte do Paraná. Segundo o promotor de Defesa do Consumidor Miguel Sogaiar, há indícios de alinhamento de preços entre os estabelecimentos e falta de concorrência.
“Uma auditoria do MP-PR constatou que não há variação de preços de combustíveis na cidade e o aumento repassado pelos postos aos consumidores é maior do que o repassado pelas distribuidoras às revendedoras”, explica o promotor.
De acordo com Miguel Sogaiar, o repasse de aumento ao consumidor pode variar entre 5% e 6% a mais sobre o valor da gasolina e até 8% sobre o preço do álcool. “O preço do combustível em Londrina é uma dos mais caros do estado. O consumidor está em desvantagem, pois não tem a opção de escolher pelo mais barato. Os preços são praticamente iguais”, detalha Sogaiar. O promotor acrescenta que ainda não se pode dizer em formação de cartel.
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“Uma auditoria do MP-PR constatou que não há variação de preços de combustíveis na cidade e o aumento repassado pelos postos aos consumidores é maior do que o repassado pelas distribuidoras às revendedoras”, explica o promotor.
De acordo com Miguel Sogaiar, o repasse de aumento ao consumidor pode variar entre 5% e 6% a mais sobre o valor da gasolina e até 8% sobre o preço do álcool. “O preço do combustível em Londrina é uma dos mais caros do estado. O consumidor está em desvantagem, pois não tem a opção de escolher pelo mais barato. Os preços são praticamente iguais”, detalha Sogaiar. O promotor acrescenta que ainda não se pode dizer em formação de cartel.
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