Dólar chega a R$ 3,75, com apreensão com contas públicas
O dólar subia mais de 1% e se firmava acima de R$ 3,70 nesta quarta-feira (2), pressionado por preocupações com as contas públicas do Brasil, que levavam o mercado brasileiro a ignorar o alívio verificado em outros mercados emergentes de câmbio.
Às 11h40, a moeda norte-americana subia 1,73%, a R$ 3,7519 para venda, maior nível intradia desde 13 de dezembro de 2002 (R$ 3,7750).
Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, subia 1,24%, a R$ 3,7338.
Às 9h39, subia 0,7%, a R$ 3,7138.
Às 9h50, subia 0,3%, a R$ 3,6993.
Às 10h20, subia 0,89%, a R$ 3,7210.
Às 11h, subia 1,13%, a R$ 3,7298.
Às 11h30, subia 1,63%, a R$ 3,7482.
"Tanto na política quanto na economia, a situação está muito difícil. É provável que o dólar suba ainda mais", afirmou o superintendente de câmbio da corretora TOV, Reginaldo Siaca, que espera que a moeda norte-americana se aproxime de R$ 4 nas próximas semanas.
Leia mais no G1
Às 11h40, a moeda norte-americana subia 1,73%, a R$ 3,7519 para venda, maior nível intradia desde 13 de dezembro de 2002 (R$ 3,7750).
Veja a cotação ao longo do dia:
Às 9h09, subia 1,24%, a R$ 3,7338.
Às 9h39, subia 0,7%, a R$ 3,7138.
Às 9h50, subia 0,3%, a R$ 3,6993.
Às 10h20, subia 0,89%, a R$ 3,7210.
Às 11h, subia 1,13%, a R$ 3,7298.
Às 11h30, subia 1,63%, a R$ 3,7482.
"Tanto na política quanto na economia, a situação está muito difícil. É provável que o dólar suba ainda mais", afirmou o superintendente de câmbio da corretora TOV, Reginaldo Siaca, que espera que a moeda norte-americana se aproxime de R$ 4 nas próximas semanas.
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