'Chorava de dor', diz funcionária de padaria sobre senegalês queimado
O imigrante senegalês que sofreu queimaduras nas pernas após ter seu colchão incendiado na rua, em Santa Maria, está recebendo ajuda de um grupo de voluntários que se sensibilizaram com o caso, registrado na manhã de sábado (12) na cidade da Região Central do Rio Grande do Sul. Cheikh Oumar Diba, que tem 25 anos, foi vítima de um assalto e teve parte do corpo incendiado enquanto dormia na Avenida Rio Branco.
Segundo a Brigada Militar, três homens colocaram fogo no colchão e levaram a maleta de bijuterias que o imigrante vendia, além de R$ 500 e o par de tênis que ele calçava.
Pouco depois, ele procurou uma padaria para tomar café da manhã, a poucas quadras do local do crime. Logo as funcionárias perceberam que o jovem estava machucado.
"A perna dele estava bem queimada, tinha umas bolhas. Estava horrível. Ele chorava dor, coitado", conta ao G1 a funcionária Lidiane Silveira, de 19 anos.
Embora abalado, o imigrante relatou o episódio na padaria. "Ele disse que três amigos dele, brasileiros, tinham colocado fogo nele, porque queriam cigarro e ele não tinha. Jogaram álcool, colocaram fogo e levaram as coisas que ele tinha", acrescenta a atendente.
Ela e os colegas de trabalho tentaram ajudar Diba com medicamentos para dor e pomadas. Sem perceber melhora, elas entraram em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas foram informadas que eles não atendiam esse tipo de ocorrência, sem gravidade.
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Segundo a Brigada Militar, três homens colocaram fogo no colchão e levaram a maleta de bijuterias que o imigrante vendia, além de R$ 500 e o par de tênis que ele calçava.
Pouco depois, ele procurou uma padaria para tomar café da manhã, a poucas quadras do local do crime. Logo as funcionárias perceberam que o jovem estava machucado.
"A perna dele estava bem queimada, tinha umas bolhas. Estava horrível. Ele chorava dor, coitado", conta ao G1 a funcionária Lidiane Silveira, de 19 anos.
Embora abalado, o imigrante relatou o episódio na padaria. "Ele disse que três amigos dele, brasileiros, tinham colocado fogo nele, porque queriam cigarro e ele não tinha. Jogaram álcool, colocaram fogo e levaram as coisas que ele tinha", acrescenta a atendente.
Ela e os colegas de trabalho tentaram ajudar Diba com medicamentos para dor e pomadas. Sem perceber melhora, elas entraram em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas foram informadas que eles não atendiam esse tipo de ocorrência, sem gravidade.
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