Basquete: Europeus buscam nos EUA reforços em busca da vaga nos Jogos de 2016

A influência dos Estados Unidos no basquete se tornou ainda maior com o mundo globalizado e a possibilidade de naturalização de seus jogadores no exterior. Seja por ascendência ou tempo de quadra em todos os continentes, americanos natos encontraram em outras seleções a esperança de participar das grandes competições, principal os Jogos Olímpicos. Inclusive, na Europa, onde estão os seus maiores adversários, 13 de 24 equipes no campeonato continental contam com pelo menos um jogador nascido nos EUA.

Uma das principais seleções da Europa e invicta na fase de grupos depois de quatro jogos, a Grécia tem dois americanos: Nick Calathes, da Flórida, e Kostas Koufos, de Ohio, que inclusive atuam na NBA, a liga americana de basquete. Ambos fazem parte da escalação titular da equipe, com importante participação na campanha na busca por uma das duas vagas diretas do torneio para os Jogos Olímpicos do Rio 2016.

Outros times ainda com chances de classificação para os Jogos de 2016 contam com jogadores americanos entre os principais. Nascido em Wisconsin, Matt Lojeski, por exemplo, é o comandante de uma geração especial da Bélgica em um esporte longe de ser popular no país.

Leia mais no GloboEsporte

Tecnologia do Blogger.