Vincular salários do Executivo ao STF custa R$ 9,9 bilhões, diz governo
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou nesta quarta-feira (5), por meio de nota à imprensa, que a vinculação da remuneração das carreiras da AGU (Advocacia Geral da União) e delegados (Federais, Civis e de ex-Territórios) à remuneração de Ministros do Supremo Tribunal (STF) vai aumentar os gastos públicos.
O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse pelo Twitter nesta tarde que a proposta que será votada nesta quarta-feira não é compatível com a situação econômico-fiscal do país e é "contrária ao esforço de reequilíbrio macroeconômico e recuperação fiscal adotada".
"Somos contra vincular os salários ao teto da remuneração do Judiciário, mas estamos negociando”, disse. “Essas carreiras já têm os maiores salários da administração pública federal”, completou o ministro.
Apesar dos apelos do Palácio do Planalto para adiar a votação de projetos que gerem novas despesas para a União e para os estados, a Câmara dos Deputados deve votar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que vincula os salários do advogado-geral da União e dos procuradores estaduais e municipais a 90,25% do salário de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Por elevar os gastos, essa é considerada uma das "pautas-bomba.
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O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse pelo Twitter nesta tarde que a proposta que será votada nesta quarta-feira não é compatível com a situação econômico-fiscal do país e é "contrária ao esforço de reequilíbrio macroeconômico e recuperação fiscal adotada".
"Somos contra vincular os salários ao teto da remuneração do Judiciário, mas estamos negociando”, disse. “Essas carreiras já têm os maiores salários da administração pública federal”, completou o ministro.
Apesar dos apelos do Palácio do Planalto para adiar a votação de projetos que gerem novas despesas para a União e para os estados, a Câmara dos Deputados deve votar a proposta de emenda à Constituição (PEC) que vincula os salários do advogado-geral da União e dos procuradores estaduais e municipais a 90,25% do salário de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Por elevar os gastos, essa é considerada uma das "pautas-bomba.
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