Meia dúzia fora da curva: seis técnicos sobrevivem desde início do Brasileirão
O Campeonato Brasileiro de 2015 tem sido marcado pelas constantes alterações no comando das equipes. Joinville e Vasco, por exemplo, já estão no terceiro técnico. Se por um lado os clubes são os principais responsáveis pelo elevado número, por outro, os treinadores também têm sua parcela de "culpa" nesse vai e vem. Um exemplo é Argel Fucks, que estava no Figueirense desde julho de 2014, mas aceitou a proposta do Internacional e também entrou para a lista de mudanças.
Em um cenário marcado por trabalhos a curto prazo e planejamentos que não sobrevivem à primeira crise, apenas seis treinadores estão à frente de seus times desde o início da competição. Tite (Corinthians), Levir Culpi (Atlético-MG), Eduardo Baptista (Sport), Milton Mendes (Atlético-PR), Vinicius Eutrópio (Chapecoense) e Gilson Kleina (Avaí) têm superado os desafios para conquistar uma sequência no cargo.
Afinal, é a campanha que sustenta os técnicos? Ou é graças à continuidade do trabalho que os times conquistam um desempenho acima da média? O Timão de Tite e o Galo de Levir estão no G-4 do Brasileirão, numa acirrada briga pela liderança – a equipe paulista assumiu a ponta nas últimas duas rodadas do primeiro turno. O Leão de Eduardo Baptista e o Furacão de Milton estão na cola dos quatro mais bem colocados – grupo que já frequentaram em alguns momentos. A Chape de Eutrópio é o nono colocado, e o Avaí de Kleina, o 16°. Independentemente da resposta, hoje os seis técnicos são exceções.
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