Iuan se desvaloriza mais, e China alimenta temor de 'guerra cambial'
O iuan chinês atingiu a mínima em quatro anos nesta quarta-feira (12), recuando pelo segundo dia consecutivo, após autoridades adotarem uma nova desvalorização da moeda, em uma manobra que alimentou temores de uma guerra cambial mundial e acusações de que Pequim está auxiliando injustamente seus exportadores, que vêm enfrentando dificuldades.
A queda na cotação tem sido encarada como uma forma de ajudar as exportações, que se tornariam mais competitivas, em um momento de desaceleração da economia. O Banco Central chinês alega, no entanto, que é parte de uma reforma do sistema cambial, com o objetivo de aproximá-lo do mercado.
O iuan à vista na China caiu para US$ 6,45, nível mais fraco desde agosto de 2011, depois de o banco central fixar o ponto médio diário que coloca como referência a 6,3306, ainda mais fraco do que a desvalorização de terça-feira. Na semana, a moeda chinesa acumula uma desvalorização de 3,5%.
A moeda tinha desempenho pior nos mercados externos, tocando 6,59.
Fonte: G1
A queda na cotação tem sido encarada como uma forma de ajudar as exportações, que se tornariam mais competitivas, em um momento de desaceleração da economia. O Banco Central chinês alega, no entanto, que é parte de uma reforma do sistema cambial, com o objetivo de aproximá-lo do mercado.
O iuan à vista na China caiu para US$ 6,45, nível mais fraco desde agosto de 2011, depois de o banco central fixar o ponto médio diário que coloca como referência a 6,3306, ainda mais fraco do que a desvalorização de terça-feira. Na semana, a moeda chinesa acumula uma desvalorização de 3,5%.
A moeda tinha desempenho pior nos mercados externos, tocando 6,59.
Fonte: G1