Indústria de calçados de Franca mira em mercado externo para driblar crise
Para driblar a instabilidade econômica que tem sido enfrentada pelo país e abalado o desempenho do setor produtivo brasileiro, algumas empresas têm mirado em outros mercados para garantir sua sobrevivência.
A indústria calçadista de Franca, no interior de São Paulo, um dos principais polos produtores do país, vem trabalhando para aumentar suas exportações e combater o marasmo do mercado interno. E a alta do dólar em relação ao real, apesar de instável, deu um “empurrão” para as vendas dos fabricantes nos últimos meses.
De acordo com o Sindifranca, que representa as empresas da região, de janeiro a julho deste ano, as exportações de calçados do polo, que chegaram a quase 2 milhões de pares, cresceram 7,5% em relação ao mesmo período de 2014. Em dólares, o valor das vendas para o exterior somou quase US$ 50 milhões, um aumento de 0,6% em relação ao ano anterior.
Diante do freio no consumo puxado pelas famílias brasileiras - que recuou xx% no segundo trimestre deste ano -, as empresas passaram a acreditar que as vendas para o mercado externo poderiam garantir a manutenção dos seus negócios. Apesar da concorrência com outros polos calçadistas e até com os produtos asiáticos, Franca vê “diferenciais” nos seus sapatos, fabricados em couro e com alto valor agregado, que lhes permite “manter a liderança”. Hoje, as indústrias da região vendem seus calçados para 77 países.
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A indústria calçadista de Franca, no interior de São Paulo, um dos principais polos produtores do país, vem trabalhando para aumentar suas exportações e combater o marasmo do mercado interno. E a alta do dólar em relação ao real, apesar de instável, deu um “empurrão” para as vendas dos fabricantes nos últimos meses.
De acordo com o Sindifranca, que representa as empresas da região, de janeiro a julho deste ano, as exportações de calçados do polo, que chegaram a quase 2 milhões de pares, cresceram 7,5% em relação ao mesmo período de 2014. Em dólares, o valor das vendas para o exterior somou quase US$ 50 milhões, um aumento de 0,6% em relação ao ano anterior.
Diante do freio no consumo puxado pelas famílias brasileiras - que recuou xx% no segundo trimestre deste ano -, as empresas passaram a acreditar que as vendas para o mercado externo poderiam garantir a manutenção dos seus negócios. Apesar da concorrência com outros polos calçadistas e até com os produtos asiáticos, Franca vê “diferenciais” nos seus sapatos, fabricados em couro e com alto valor agregado, que lhes permite “manter a liderança”. Hoje, as indústrias da região vendem seus calçados para 77 países.
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