Presidente do Catania é preso sob acusação de compra de resultados
Um escândalo de compra de resultados voltou a tomar as contas dos noticiários italianos nesta terça-feira. A polícia do país prendeu sete dirigentes do Catania, entre eles o presidente Antonio Pulvirenti, sob a acusação de que teriam arrumado vitórias para que o clube se mantivesse na Série B do Campeonato Italiano. As investigações policiais continuam nas cidades de Roma, Chieti, Campobasso e Catania com a coordenação do da Direção Antimáfia do Distrito de Catania.
Segundo o Corriere dello Sport, um número ainda incerto de jogos foram arranjados, envolvendo a compra de jogadores para que fizessem "corpo mole" sob o pagamento de €10 mil (cerca de R$35 mil) a cada um deles. A investigação segue ainda sobre 19 pessoas suspeitas.
Além do presidente Antonio Pulvirenti, o seu CEO, Pablo Cosentino, o ex-diretor esportivo Daniele delli Carri, e os agentes esportivos Giovanni Impellizzeri, Piero Di Luzio, Fabrizio Milozzi e Fernando Arbotti foram detidos pela polícia italiana. Todos foram acusados de fraude esportiva.
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Segundo o Corriere dello Sport, um número ainda incerto de jogos foram arranjados, envolvendo a compra de jogadores para que fizessem "corpo mole" sob o pagamento de €10 mil (cerca de R$35 mil) a cada um deles. A investigação segue ainda sobre 19 pessoas suspeitas.
Além do presidente Antonio Pulvirenti, o seu CEO, Pablo Cosentino, o ex-diretor esportivo Daniele delli Carri, e os agentes esportivos Giovanni Impellizzeri, Piero Di Luzio, Fabrizio Milozzi e Fernando Arbotti foram detidos pela polícia italiana. Todos foram acusados de fraude esportiva.
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