BC prevê maior contração do PIB em 2015
Como era de se esperar, a previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) não é nada animadora para os brasileiros. O Banco Central (BC), principal órgão monetário da nação, divulgou sua projeção em relação a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país. De acordo com o órgão, em 2015, haverá uma contração de 1,1% na economia brasileira. Vale a pena ressaltar que não previsão anterior, o BC havia projetado uma retração de 0,5%.
Isso mostra que a economia brasileira não está correspondendo, pelo menos não como o esperado, as medidas tomadas pelo governo nacional. A situação pode agravar caso a inflação continue acima da meta do governo federal para o ano de 2015. Apesar do Banco Central melhorar sua estimativa em relação a inflação para 2016, ela não está no centro da meta de 4,5%. O comportamento dos preços em 2015 deve piorar para os consumidores, de acordo com o Relatório Trimestral de Inflação.
Já o IPCA de 2016 deverá subir 4,8%, sobre 4,9% esperados até então. O indicador deve avançar a marca de 9% para 2015, bem acima da previsão anterior de 7,9%.
O desemprego também continua sendo outro empecilho na economia do país. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o Dieese, e a Fundação Seade, a taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo cresceu para 12,9% em maio. Em abril este número foi de 12,4%. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (24), esta é a quarta elevação consecutiva de desemprego na região mais rica do país. O relatório ainda afirma que o "comportamento não é usual para o período".
Em maio, o número total de desempregados era previsto em 1,435 milhões de profissionais, o que representa 68 mil a mais do que no mês de abril. Tal resultado foi oriundo do crescimento de 0,9% da PEA (População Economicamente Ativa), após cerca de 95 mil pessoas passarem a fazer parte da força trabalhadora na região. A pesquisa também mostrou que o rendimento médio dos trabalhadores na Região Metropolitana de São Paulo cresceu 0,6% em abril ante março, para R$ 1.916,00. Já a renda média real dos profissionais assalariados subiu 0,3% no período, para exatos R$ 1.930,00.

Isso mostra que a economia brasileira não está correspondendo, pelo menos não como o esperado, as medidas tomadas pelo governo nacional. A situação pode agravar caso a inflação continue acima da meta do governo federal para o ano de 2015. Apesar do Banco Central melhorar sua estimativa em relação a inflação para 2016, ela não está no centro da meta de 4,5%. O comportamento dos preços em 2015 deve piorar para os consumidores, de acordo com o Relatório Trimestral de Inflação.
Já o IPCA de 2016 deverá subir 4,8%, sobre 4,9% esperados até então. O indicador deve avançar a marca de 9% para 2015, bem acima da previsão anterior de 7,9%.
O desemprego também continua sendo outro empecilho na economia do país. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o Dieese, e a Fundação Seade, a taxa de desemprego na Região Metropolitana de São Paulo cresceu para 12,9% em maio. Em abril este número foi de 12,4%. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgada nesta quarta-feira (24), esta é a quarta elevação consecutiva de desemprego na região mais rica do país. O relatório ainda afirma que o "comportamento não é usual para o período".
Em maio, o número total de desempregados era previsto em 1,435 milhões de profissionais, o que representa 68 mil a mais do que no mês de abril. Tal resultado foi oriundo do crescimento de 0,9% da PEA (População Economicamente Ativa), após cerca de 95 mil pessoas passarem a fazer parte da força trabalhadora na região. A pesquisa também mostrou que o rendimento médio dos trabalhadores na Região Metropolitana de São Paulo cresceu 0,6% em abril ante março, para R$ 1.916,00. Já a renda média real dos profissionais assalariados subiu 0,3% no período, para exatos R$ 1.930,00.
