Barbosa vê retomada de investimentos ainda em 2015
O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, afirmou nesta segunda-feira (1º) que uma "demanda reprimida" por serviços de infraestrutura vai ajudar a permitir uma retomada do nível de investimentos no país já no final de 2015 e, "sobretudo a partir do ano que vem". A declaração foi feita em evento sobre o ajuste fiscal realizado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo.
O ministro também defendeu o ajuste fiscal do governo, e afirmou que ele precisa ser mais veloz no Brasil que em outros países – inclusive em relação ao vizinhos da América Latina – devido à alta taxa de juros, que ele definiu como um "remédio necessário para trazer a inflação ao centro da meta.
"No Brasil a taxa de juros paga na dívida pública do governo é muito alta em termos reais, por isso precisamos de um esforço fiscal mais rápido", explicou o ministro.
Barbosa disse acreditar que a redução dos aportes aos bancos públicos ajuda a reduzir "implicitamente" essa taxa no Brasil, uma das principais condições para aumentar a produtividade no país, segundo o ministro.
Segundo ele, o aperto vai durar pelo menos até 2017, mas o governo trabalha com expectativa de recuperçaão até o fim do próximo ano.
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O ministro também defendeu o ajuste fiscal do governo, e afirmou que ele precisa ser mais veloz no Brasil que em outros países – inclusive em relação ao vizinhos da América Latina – devido à alta taxa de juros, que ele definiu como um "remédio necessário para trazer a inflação ao centro da meta.
"No Brasil a taxa de juros paga na dívida pública do governo é muito alta em termos reais, por isso precisamos de um esforço fiscal mais rápido", explicou o ministro.
Barbosa disse acreditar que a redução dos aportes aos bancos públicos ajuda a reduzir "implicitamente" essa taxa no Brasil, uma das principais condições para aumentar a produtividade no país, segundo o ministro.
Segundo ele, o aperto vai durar pelo menos até 2017, mas o governo trabalha com expectativa de recuperçaão até o fim do próximo ano.
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