Olímpico vive dias de abandono um ano após a Copa
Um símbolo da história vencedora do Grêmio sucumbe em Porto Alegre. Era para a morte ser rápida e indolor, turbinada por toneladas de dinamite e uma implosão. Mas o Estádio Olímpico agoniza com o abandono do clube e da parceira OAS, corroído pelo tempo, e se transformou também em símbolo dos ruídos no convívio entre as duas partes na parceria de pouco êxito. Vive semidestruído, devido à demolição iniciada e interrompida. Vive sem jogos há dois anos. Mas ainda vive. A ponto de, curiosamente, ter recebido uma improvável reforma para receber treinamentos de seleções da Copa do Mundo, em maio passado.
Algo que, na prática, nunca ocorreu. A Holanda foi a que mais perto esteve de ir ao estádio para trabalhar, mas mudou os planos de último hora e rumou ao Humaitá, para a Arena que substituiu o Olímpico também neste ponto. O Grêmio investiu R$ 250 mil em pintura e mudanças na arquibancada do Velho Casarão para corresponder às expectativas de uma contrapartida ao Governo Federal. Um ano depois, o movimento inexiste pelos lados do bairro da Azenha, segundo constatou a reportagem do GloboEsporte.com em visita recente ao local.
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Algo que, na prática, nunca ocorreu. A Holanda foi a que mais perto esteve de ir ao estádio para trabalhar, mas mudou os planos de último hora e rumou ao Humaitá, para a Arena que substituiu o Olímpico também neste ponto. O Grêmio investiu R$ 250 mil em pintura e mudanças na arquibancada do Velho Casarão para corresponder às expectativas de uma contrapartida ao Governo Federal. Um ano depois, o movimento inexiste pelos lados do bairro da Azenha, segundo constatou a reportagem do GloboEsporte.com em visita recente ao local.
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