Economia difícil exige reforçar “guerra ao desperdício”, diz vice-presidente da MAN Latin America
“Neste momento em que todo setor automotivo está sendo bastante desafiado pelas condições gerais da economia do país, é hora de nos focarmos ainda mais na guerra contra o desperdício.”
A afirmação anterior é de Adilson Dezoto, vice-presidente de Produção e Logística da MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus das marcas Volkswagen e MAN, cuja fábrica na cidade de Resende, no Rio de Janeiro, tem capacidade de produção diária de 300 veículos e conta com cinco mil colaboradores.
Dezoto será um dos executivos que vão participar, no Rio de Janeiro, do “2º Fórum Lean Rio”, no dia 24 de junho, no Centro de Convenções da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), apoiadora do evento.
O encontro vai reunir 11 grandes organizações – MAN, SulAmérica, GlaxoSmithKline, Andrade Gutierrez, ThyssenKrupp, Dudalina, Rede D´Or de hospitais, BBraun, FMC Technologies, Haga e Rio Saúde – que vão compartilhar como estão eliminando desperdícios e aumentando produtividade, qualidade e, portanto, competitividade ao adotar o Sistema Lean, filosofia de gestão inspirada no modelo Toyota que vem sendo adotado por empresas de diversos setores e tamanhos.
Para Adilson Dezoto, vice-presidente da MAN, adotar tal sistema de gestão é, hoje, mais do que uma estratégia. É uma “necessidade”. Segundo o executivo, o atual contexto de retração que gerou, por exemplo, no acumulado de janeiro a abril de 2015, quedas de 39,3% nas vendas de caminhões e diminuição de 26,1% nos licenciamentos de ônibus com relação ao mesmo período de 2014, segundo a Anfavea, exige reforçar, ainda mais, a implementação de modelos de gestão que consigam eliminar desperdícios, diminuir custos e aumentar a agregação de valor nos produtos.
“Implementar o modelo lean sempre foi fundamental para nós. Mas, agora, ganha ainda mais importância. Porque o nosso desafio permanente é com relação à sustentabilidade do negócio em longo prazo. Isso significa definir metas arrojadas para o norte verdadeiro e motivar toda a organização a buscar a melhoria dos processos e a busca da eficiência. Isso é ser lean”, resumiu o executivo.
Nesse contexto, ele explica que desde 2009 a MAN Latin America implementa o modelo lean e, com isso, vem colecionando resultados.
“Temos conseguido ganhos de produtividade, ganhos de área, redução de estoques, ganhos em segurança do trabalho, redução de desperdícios e até redução de energia elétrica e ganhos ambientais”, ressaltou Dezoto.
Nesse contexto, o vice-presidente explica que a fábrica da MAN Latin America de Resende, no Rio de Janeiro – que é reconhecida mundialmente como uma unidade inovadora e eficiente dentro do grupo MAN – vem implementando há anos uma série de conceitos do Sistema Lean, como o “processo A3”, o “trabalho padronizado”, a “mentalidade kaizen”, o conceito de “kanban”, a “gestão visual”, entre outros. Além disso, mais recentemente, a montadora iniciou também a adoção do modelo de gestão na área de logística e na engenharia de produto.

A afirmação anterior é de Adilson Dezoto, vice-presidente de Produção e Logística da MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus das marcas Volkswagen e MAN, cuja fábrica na cidade de Resende, no Rio de Janeiro, tem capacidade de produção diária de 300 veículos e conta com cinco mil colaboradores.
Dezoto será um dos executivos que vão participar, no Rio de Janeiro, do “2º Fórum Lean Rio”, no dia 24 de junho, no Centro de Convenções da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), apoiadora do evento.
O encontro vai reunir 11 grandes organizações – MAN, SulAmérica, GlaxoSmithKline, Andrade Gutierrez, ThyssenKrupp, Dudalina, Rede D´Or de hospitais, BBraun, FMC Technologies, Haga e Rio Saúde – que vão compartilhar como estão eliminando desperdícios e aumentando produtividade, qualidade e, portanto, competitividade ao adotar o Sistema Lean, filosofia de gestão inspirada no modelo Toyota que vem sendo adotado por empresas de diversos setores e tamanhos.
Para Adilson Dezoto, vice-presidente da MAN, adotar tal sistema de gestão é, hoje, mais do que uma estratégia. É uma “necessidade”. Segundo o executivo, o atual contexto de retração que gerou, por exemplo, no acumulado de janeiro a abril de 2015, quedas de 39,3% nas vendas de caminhões e diminuição de 26,1% nos licenciamentos de ônibus com relação ao mesmo período de 2014, segundo a Anfavea, exige reforçar, ainda mais, a implementação de modelos de gestão que consigam eliminar desperdícios, diminuir custos e aumentar a agregação de valor nos produtos.
“Implementar o modelo lean sempre foi fundamental para nós. Mas, agora, ganha ainda mais importância. Porque o nosso desafio permanente é com relação à sustentabilidade do negócio em longo prazo. Isso significa definir metas arrojadas para o norte verdadeiro e motivar toda a organização a buscar a melhoria dos processos e a busca da eficiência. Isso é ser lean”, resumiu o executivo.
Nesse contexto, ele explica que desde 2009 a MAN Latin America implementa o modelo lean e, com isso, vem colecionando resultados.
“Temos conseguido ganhos de produtividade, ganhos de área, redução de estoques, ganhos em segurança do trabalho, redução de desperdícios e até redução de energia elétrica e ganhos ambientais”, ressaltou Dezoto.
Nesse contexto, o vice-presidente explica que a fábrica da MAN Latin America de Resende, no Rio de Janeiro – que é reconhecida mundialmente como uma unidade inovadora e eficiente dentro do grupo MAN – vem implementando há anos uma série de conceitos do Sistema Lean, como o “processo A3”, o “trabalho padronizado”, a “mentalidade kaizen”, o conceito de “kanban”, a “gestão visual”, entre outros. Além disso, mais recentemente, a montadora iniciou também a adoção do modelo de gestão na área de logística e na engenharia de produto.
