Agência bancária em Campinas é cercada após suspeita de bomba
Uma agência do Banco Itaú foi cercada pelas polícias Civil, Militar e Guarda Municipal, no Distrito de Barão Geraldo, em Campinas (SP) na manhã desta quinta-feira (23). O cerco teve início após a informação de que um vigilante, com supostas bombas no corpo, informou ao gerente que uma quadrilha queria o dinheiro do cofre.
O vigilante foi levado para o lado de fora da agência e se manteve deitado até a chegada do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) no fim da manhã. Os agentes se deslocaram da capital para o interior em um helicóptero. É possível ver um colete preso ao corpo do funcionário, que não está uniformizado.
De acordo com a PM, o vigilante entrou na agência antes da abertura, localizada na Rua Benedito Alves Aranha, sozinho e com um celular na mão. Ele teria mostrado os artefatos colados ao corpo.
Ainda segundo os policiais militares, o celular foi dado ao gerente, para que ele falasse com integrantes de uma suposta quadrilha. Eles teriam pedido para que o cofre fosse aberto, o que não ocorreu.
Leia mais no G1.

O vigilante foi levado para o lado de fora da agência e se manteve deitado até a chegada do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) no fim da manhã. Os agentes se deslocaram da capital para o interior em um helicóptero. É possível ver um colete preso ao corpo do funcionário, que não está uniformizado.
De acordo com a PM, o vigilante entrou na agência antes da abertura, localizada na Rua Benedito Alves Aranha, sozinho e com um celular na mão. Ele teria mostrado os artefatos colados ao corpo.
Ainda segundo os policiais militares, o celular foi dado ao gerente, para que ele falasse com integrantes de uma suposta quadrilha. Eles teriam pedido para que o cofre fosse aberto, o que não ocorreu.
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