Colegas e torcedores do Criciúma choram a morte do goleiro Alexandre


Itá toca as mãos no caixão, olha para o rosto sem vida do ex-companheiro e chora. Foi obrigado a tirar do rostos os óculos para enxugar as lágrimas. O amparo ao eterno capitão do Criciúma vem da esposa que estava ao lado e, em seguida, do ex-zagueiro Vilmar. No salão do crematório onde está o corpo de Alexandre Pandóssio dava para ouvir apenas a voz de bebê da neta do arqueiro do Tigre que morreu na última terça-feira, por conta de múltiplas paradas cardíacas. Assim foi o momento de muita emoção nos primeiros momentos do velório do arqueiro campeão da Copa do Brasil de 1991 e quatro vezes do Campeonato Catarinense com escudo do Criciúma sobre o coração que parou de funcionar durante o futevôlei na praia do Balneário Rincão, horas antes.

Torcedores também prestaram homenagens ao passar pelo crematório em Içara, cidade vizinha à capital do carvão, onde é velado o corpo do ex-goleiro que faleceu na última terça-feira. Por volta das 23h o espaço foi aberto para que tricolores, amigos, familiares e ex-companheiros de Criciúma pudessem se despedir de Alexandre. O clube presta todo o suporte para familiares. Além de Itá e do ex-zagueiro Vilmar, Sarandí e Wilson, que formaram a frente de Alexandre a linha de defesa do Tigre na Libertadores de 1992, também passaram pelo local para a despedida. Maior artilheiro da história do Carvoeiro, Vanderlei também prestou suas condolências aos familiares e outros tantos abalados com a súbita morte do amigo aos 53 anos.

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