Com luvas de Cássio, goleiro inglês volta emocionado por jogo que seu pai não pôde ver
Os refletores do Estádio de Itaquera já estavam apagados, e o gramado, praticamente vazio. Cerca de meia hora após o encontro do pai Corinthian com o filho Corinthians, no último sábado, Danny Bracken permanecia parado, no centro do campo, chorando copiosamente.
Não foi o único momento de emoção do goleiro (muito) amador na viagem ao Brasil do Corinthian-Casuals. Chamado assim desde a fusão com o Casuals, em 1939, o time que inspirou a fundação do clube do Parque São Jorge voltou ao país para uma semana que encheu com frequência os olhos do jogador de lágrimas.
A primeira vez foi logo na chegada, com surpreendente festa dos torcedores do Corinthians Paulista no Aeroporto de Cumbica. Recepcionado como ídolo e realizando sonho que não conseguiu na tentativa de se profissionalizar, Bracken entrou no ônibus da delegação e desabou.
"Danny realmente chorou. Queria muito que o pai dele visse aquilo", explicou Chris Watney, diretor-comercial e dublê de centroavante do Corinthian inglês. O pai do goleiro fez de tudo para tornar o filho jogador de seu amado West Ham e não pôde acompanhar a excursão por problemas de saúde.
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