Metrô dispensa licitação pela 3ª vez e prevê R$ 48 milhões com manutenção
O Metrô do Distrito Federal assinou pela terceira vez contrato emergencial com o Consórcio Metroman para manutenção preventiva e corretiva dos trens. O acordo, feito com dispensa de licitação no dia 15 de dezembro, é de R$ 47,9 milhões. A Lei 8.666, que regula os processos de licitação, veta a prorrogação de contratos emergenciais.
Ao G1, o Ministério Público disse que investiga todos os contratos emergenciais, mas afirmou que só poderia se posicionar a respeito da renovação após o fim do recesso judicial, em 7 de janeiro. A eventual pena ao gestor por descumprimento da lei depende da análise de cada caso, segundo o MP.
Formado pelas empresas Serveng-Civilsan e MGE, o consórcio Metroman montou uma estrutura dentro da sede do Metrô, em Águas Claras, para prestar serviço para a empresa. O primeiro contrato foi licitado e valeu entre 2007 e setembro de 2013, com garantia de cobertura por mais dois meses. Depois, alegando dificuldades para fazer um novo pregão, a empresa assinou um contrato emergencial com o consórcio por seis meses, que valeu até 26 de maio.
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