A torcida do São Paulo passou quatro meses cantando que “o Kaká voltou”. Passou rápido. E ele já se vai novamente, rumo ao Orlando City, novo clube dos Estados Unidos que o emprestou ao Tricolor. Com menos jogos, gols e assistências do que a média de sua carreira (três anotados em 24 partidas), mas ovacionado pelos torcedores. Muitos deles, os mesmos que o vaiaram em 2003. Foi um acerto de contas.
Kaká também não ganhou títulos, mas é considerado insubstituível por Muricy Ramalho e pelos demais jogadores. Mas o que tornou tão forte e especial essa segunda passagem do meia pelo São Paulo?
- Em relação a números, não foi das melhores, mas pude ver que futebol não é só bola. Transcende gols e assistências. O torcedor conseguiu ver toda minha dedicação, minha luta, meu esforço em campo e o orgulho de vestir novamente a camisa do São Paulo.
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