Fusão entre TIM e Oi pode estar perto de sair
A semana inicia com noticiário corporativo agitado em meio às denúncias de corrupção na Petrobras (PETR3; PETR4). As empreiteiras suspeitas de integrar o esquema de corrupção da estatal ganharam de outros órgãos e empresas federais obras com valores que podem ter sido inflados em, pelo menos, R$ 1,1 bilhão, segundo documentos do Tribunal de Contas da União analisados pelo jornal.
Já a BM&FBovespa (BVMF3) planeja comprar até 15% do capital das principais Bolsas em operação na América Latina, afirmou o presidente da Bolsa, Edemir Pinto, ao Financial Times. O objetivo é aumentar sua influência na região. Até o momento, foi contratado dois bancos de investimentos no mês passado para fazer as aquisições nas Bolsas do México, Colômbia, Chile, Peru e Argentina.
Bradesco e BB O Bradesco (BBDC3; BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) anunciaram a criação de uma empresa para atuar na área de microcrédito chamada Movera, informou O Estado de S. Paulo. A empresa foi desenvolvida para orientar, prospectar e acompanhar microempreendedores na tomada de linhas específicas de crédito. A companhia nasce com uma carteira de R$ 70 milhões e um projeto piloto de cerca de 60 mil contratos.
Uma reunião do Conselho de Administração da Telecom Italia, dona da TIM (TIMP3), autorizou Marco Patuano, presidente da Telecom Italia, a avaliar de forma concreta uma possível fusão com a operadora brasileira. Notícias de agências italianas não informaram o valor, mas informaram que a Telecom Italia ainda está apurando rigorasamente a operação - o que seria mais uma onda de consolidação no setor de telecomunicação.
O conselho de administação da TIM aprovou na última sexta-feira a venda de até 6.481 torres de telecomunicação, hoje de propriedade da TCEL, para a American Tower do Brasil (Cessão de Infraestrutura "ATC") pelo valor de cerca de R$ 3 bilhões, assim como contrato de alocação desses ativos no rpazo de 20 anos.
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