Mais de 60% dos internautas compartilham imagens íntimas, no Brasil
Vazamento de fotos íntimas não é privilégio de celebridades. Expor fotos e vídeos reveladores é um comportamento cada vez mais comum entre os brasileiros. Na maioria dos casos, as intimidades costumam ser compartilhadas com parceiros. Para 76% dos que enviam conteúdo íntimo, é comum enviar fotos e vídeos a parceiros, enquanto 17% compartilham com desconhecidos.
Porém, a maioria (91%) confia plenamente que seus parceiros não enviarão conteúdo íntimo ou informações privadas para outras pessoas. Quando o relacionamento termina, 75% afirmam pedir ao parceiro que apague as informações.
Esses dados fazem parte de uma levantamento feito pela McAfee, empresa integrante da Intel Security, sobre o comportamento dos usuários para se protegerem dos ataques de hackers. A pesquisa envolveu 500 consumidores brasileiros, no início do ano, e constatou que a maioria das pessoas pode estar correndo o risco de ter conteúdo íntimo exposto na internet.
De acordo com o estudo, 62% dos entrevistados disseram que enviam ou recebem conteúdo privado, incluindo vídeos, fotos, e-mails e mensagens. E a maioria (61%) das pessoas que recebem costumam armazenar esse conteúdo.
Quando o assunto é proteção para os dados em smartphones, 82% afirmam usar senha ou código de acesso. No entanto, 43% compartilham essas senhas com o parceiro, e 49% usam a mesma sequência em vários dispositivos, o que aumenta a probabilidade de estes serem hackeados. Além de senhas, 60% dos entrevistados diz compartilhar com o parceiro o conteúdo do smartphone e 63% compartilha também contas de e-mail.
Na amostra, o compartilhamento de conteúdo pessoal se desdobra em textos sugestivos, fotos de nudez, vídeos e senhas, que podem potencialmente estimular o cyberstalking. Trata-se de uma prática criminosa que consiste no uso de ferramentas tecnológicas para perseguir ou assediar uma pessoa devido a exposição de conteúdo privado.
A faixa etária entre 18 a 24 anos é a mais preocupada em acompanhar o que o parceiro faz na internet. Para 79% dos entrevistados, é comum olhar o celular do seu parceiro e verificar o conteúdo armazenado nele, incluindo mensagens e fotos. As pessoas que dizem entrar na conta do Facebook de seu parceiro, pelo menos uma vez por dia, somam 27%, enquanto 39% dos entrevistados admitiram também bisbilhotar o ex nas redes sociais.
Para dificultar o vazamento, é preciso evitar o uso de senhas fracas, facilmente descobertas, como datas de aniversários, números em sequência ou números repetidos. Senhas de seis dígitos e letras transformadas em números são formatos mais seguros.
Fonte: Convergencia Digital
Porém, a maioria (91%) confia plenamente que seus parceiros não enviarão conteúdo íntimo ou informações privadas para outras pessoas. Quando o relacionamento termina, 75% afirmam pedir ao parceiro que apague as informações.
Esses dados fazem parte de uma levantamento feito pela McAfee, empresa integrante da Intel Security, sobre o comportamento dos usuários para se protegerem dos ataques de hackers. A pesquisa envolveu 500 consumidores brasileiros, no início do ano, e constatou que a maioria das pessoas pode estar correndo o risco de ter conteúdo íntimo exposto na internet.
De acordo com o estudo, 62% dos entrevistados disseram que enviam ou recebem conteúdo privado, incluindo vídeos, fotos, e-mails e mensagens. E a maioria (61%) das pessoas que recebem costumam armazenar esse conteúdo.
Quando o assunto é proteção para os dados em smartphones, 82% afirmam usar senha ou código de acesso. No entanto, 43% compartilham essas senhas com o parceiro, e 49% usam a mesma sequência em vários dispositivos, o que aumenta a probabilidade de estes serem hackeados. Além de senhas, 60% dos entrevistados diz compartilhar com o parceiro o conteúdo do smartphone e 63% compartilha também contas de e-mail.
Na amostra, o compartilhamento de conteúdo pessoal se desdobra em textos sugestivos, fotos de nudez, vídeos e senhas, que podem potencialmente estimular o cyberstalking. Trata-se de uma prática criminosa que consiste no uso de ferramentas tecnológicas para perseguir ou assediar uma pessoa devido a exposição de conteúdo privado.
A faixa etária entre 18 a 24 anos é a mais preocupada em acompanhar o que o parceiro faz na internet. Para 79% dos entrevistados, é comum olhar o celular do seu parceiro e verificar o conteúdo armazenado nele, incluindo mensagens e fotos. As pessoas que dizem entrar na conta do Facebook de seu parceiro, pelo menos uma vez por dia, somam 27%, enquanto 39% dos entrevistados admitiram também bisbilhotar o ex nas redes sociais.
Para dificultar o vazamento, é preciso evitar o uso de senhas fracas, facilmente descobertas, como datas de aniversários, números em sequência ou números repetidos. Senhas de seis dígitos e letras transformadas em números são formatos mais seguros.
Fonte: Convergencia Digital

