Saiba se o seu cachorro sofre de depressão

Descubra se o seu cachorro está com depressão.

Entenda um pouco a depressão canina
Todo dono de cachorro deve estar ciente dos sinais clínicos da depressão canina. Quanto mais familiarizado estiver, mais rápido e eficaz será o diagnóstico e tratamento.
Resolva as dúvidas mais comuns em relação à depressão em cães e saiba como agir com relação a esse problema.

Por que os cachorros entram em depressão?
Há diversos motivos que podem estar envolvidos: perdas afetivas, mudanças de local ou experiências traumáticas diversas.

Essa é uma dúvida comum, mas, assim como no caso dos humanos, os motivos podem ser muitos e fica difícil dizer exatamente a razão do comportamento do seu pet.
Nesse momento, o ideal é tentar rever os últimos acontecimentos na vida do cão e achar alguma situação em que ele possa ter sofrido um trauma. Mesmo sendo difícil, tente rever o comportamento do cachorro nos últimos meses e busque associar a alguma possível mudança.


Em sua maioria, as causas da depressão em cães são:

- mudanças de rotina: por exemplo, se estavam acostumados a passear todos os dias em um determinado horário e agora não passeiam mais.
- mudanças de local: se foram adotados recentemente e não se adaptaram ao local novo devido à falta de espaço ou de atenção em relação ao lugar anterior.
- morte de pessoas queridas: se dono faleceu ou, ainda, algum outro animal que convivia com o pet.
- perda de liberdade: caso ele ficasse solto no quintal e agora esteja preso em um pequeno espaço.
- período de doença: animais que estiveram com alguma doença grave estão mais propensos a desenvolver este tipo de depressão, pois tiveram sua rotina  e seus hábitos modificados de alguma forma, o que pode causar um grande estresse.

Quais são os sinais clínicos da depressão?
Os principais sinais clínicos são: isolamento, falta de apetite, tristeza e apatia.

Os sinais clínicos da depressão canina podem variar conforme o temperamento do cão: se o animal for muito carente, a possibilidade de ele desenvolver um quadro depressivo é muito mais fácil do que de um cão que seja mais reservado.

Os principais sinais clínicos da depressão canina são:
- perda de apetite: você verá que ele não está comendo como antes e está perdendo peso;
- isolamento: já não brinca com os demais animais ou com os humanos da mesma forma que antes e se isola em algum canto da casa;
- apatia: não responde a qualquer estímulo novo para brincar ou sair do seu isolamento;
- tristeza profunda: seus olhos ficam fundos e tristes;
- intolerância ao toque: geralmente, os animais depressivos não gostam de ser tocados, demonstrando mais uma evidência de isolamento social, quando não querem a presença de ninguém por perto.

Em quais raças de cães a depressão canina é mais comum?
Mesmo que qualquer raça possa desenvolver a doença, cães de companhia são mais propensos a isso.

Não existem raças especificamente mais propensas ao aparecimento da doença, mas cães de companhia podem desenvolver a depressão mais facilmente que os demais, pois são emocionalmente dependentes dos donos e qualquer mudança de comportamento ou na rotina pode afetar o seu estado emocional.

De qualquer forma, vale ressaltar que qualquer animal está correndo o risco de desenvolver esse problema devido a um estresse, então, independente da raça, fique atento ao comportamento do seu cão.

Como prevenir?
Procure estar atento ao seu cão e evite situações que desencadeiem o estresse, como mudanças e exposição a situações traumáticas.

O melhor tratamento para qualquer tipo de condição sempre é a prevenção, e não é diferente com a depressão.

Tome cuidado ao criar hábitos nos animais que depois não consiga cumprir. Por exemplo, você resolveu que vai passear com ele todos os dias antes do trabalho, mas, depois de um tempo, cansou, mudou de horário e não vai mais passear com ele. Nesse momento, ele vai sentir a falta daquele passeio e pode ficar deprimido.

Assim, se criar um hábito, esteja ciente de que precisará continuar a cumpri-lo, caso sejam passeios pense em contratar outra pessoa para passear com ele, ou se o horário foi mudado entenda que ele pode ficar deprimido por algum tempo, mas não deixe de realizar a atividade física.

Além disso, não deixe de dar atenção a um cão que está acostumado a ser mimado, pois ele sentirá falta desse carinho. Então, se o mesmo foi criado assim e você está sem tempo de mimá-lo, lembre-se você tem vários amigos, mas ele tem apenas você.

Quais os tratamentos indicados para a depressão canina?
Depois de tirar as dúvidas sobre os principais pontos de uma depressão canina, se você notar que há algo errado com seu animal, procure sempre um médico veterinário, visto que quanto antes conseguir identificar o problema, mais rápido irá chegar a sua solução.

A seguir, acompanhe uma listagem das opções de tratamento para a depressão canina.

Leia a matéria completa aqui no Agenda PET


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